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Confira os vencedores das apresentações orais na III Reunião Nordestina de Ciência do Solo

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     Durante o processo de avaliação dos trabalhos enviados a III Reunião Nordestina de Ciência do Solo (III RNCS), alguns foram selecionados pelo Comitê Científico para apresentação oral. A pedido do Núcleo Regional Nordeste e da Comissão Organizadora da III RNCS, será concedido um certificado especial (um para cada dia de apresentação) aos trabalhos que melhor se destacaram durante as apresentações orais. Confira os vencedores:

Dia 12/09/2019:

Apresentador - Jacques Carvalho Ribeiro Filho com o trabalho "Avaliação de manejo alternativo para o controle da erosão no semiárido cearense”.

     O Jacques Carvalho possui graduação em Tecnologia em Irrigação e Drenagem, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), Campus Iguatu. Atualmente é discente do Programa de Pós Graduação em Manejo de Solo e Água da Universidade Federal Rural do Semi Árido - UFERSA, onde desenvolve trabalhos na linha de pesquisa impactos ambientais pelo uso do solo e da água com ênfase em hidrologia.

     O trabalho apresentado contou com a colaboração de Júlio César Neves dos Santos (IFTM), Helba Araujo de Queiroz Palácio (IFCE), José Ribeiro de Araújo Neto (UFC) e Matheus Magalhães Silva Moura (IFCE) e teve por objetivo avaliar a perda de água e solo em parcelas de erosão submetidas a dois manejos distintos: solo exposto e manejo de desmatamento da Caatinga, enleiramento do material e cultivo de milho em sequeiro. Segundo os autores, o manejo do desmatamento, enleiramento e cultivo de milho resultaram em uma redução de 166,4 mm de runoff e de 2287,34 kg ha-1 de perdas de solo, quando comparado com a parcela descoberta. Verificou-se ainda que as maiores perdas de solo ocorreram nas precipitações acima de 60 mm de altura para as duas coberturas estadas.

 13/09/2016

Apresentadora - Juscélia da Silva Ferreira com o trabalho "Substâncias húmicas em pastagem consorciada com leguminosas arbóreas na Zona da Mata de Pernambuco”.

     A discente Juscélia da Silva Ferreira possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Piauí; Mestrado em Ciência do Solo pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e; atualmente é doutoranda do Programa de pós-graduação em Ciência do Solo da Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde atua nos seguintes temas: matéria orgânica do solo, ciclagem de nutrientes e, geoestatística aplicada a ciência do solo.

     O trabalho apresentado pela discente contou com a colaboração de Mário de Andrade Lira Junior, José Carlos Batista Dubeux Junior, Aleksandro Ferreira da Silva, Vinícius Santos Gomes da Silva e Ana Dolores Santiago de Freitas, todos da UFRPE. O trabalho teve por objetivo avaliar o carbono das substâncias húmicas em pastagem de braquiária consorciada com leguminosas arbóreas na Zona da Mata de Pernambuco. Constatou os autores que o consórcio braquiária e sabiá favoreceu a formação de substâncias de maior estabilidade, como a humina, enquanto o consórcio braquiária e gliricídia apresentou formação de formas de carbono menos humificadas, apresentando ciclagem de nutriente mais rápida que no consórcio com sabiá.

 14/09/2016

Apresentador - Fernando Bruno Vieira da Silva com o trabalho "Metais tóxicos em rochas fosfatadas e fertilizantes organo-minerais contendo fósforo comercializados no Nordeste"

     O Fernando Bruno é Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal Rural de Pernambuco e atualmente é doutorando em Agronomia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, onde desenvolve pesquisas sobre metais pesados e micronutrientes no sistema solo-planta, fitorremediação de solos contaminados por metais pesados e utilização de resíduos na agricultura.

     O trabalho apresentado contou com a co-autoria de Clístenes Williams Araújo do Nascimento, Paula Renata Muniz Araújo, Luiz Henrique Vieira Lima e Simone Aparecida da Silva Lins, todos da UFRPE e teve por objetivo avaliar os teores de As, Cd, Cr e Pb em 53 produtos utilizados como fonte de P na agricultura do Nordeste. Os resultados obtidos, segundo os autores, demonstram que as fontes fosfatadas comercializadas no Nordeste são seguras quanto ao potencial de risco à saúde humana no cenário agrícola, porém o uso prolongado e em altas doses possivelmente acarretará acúmulo no solo e transferência para outros compartimentos do ambiente.


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